
INSERÇÃO SOCIAL
Como há alguns meses atrás referi num texto que escrevi e publiquei aqui, fiz parte durante nove anos da direcção duma instituição particular de solidariedade social. Foram dos melhores anos da minha vida, porque tive a oportunidade de dar algo de mim a quem tanto precisava.
Na altura em que saí, por razões de ordem pessoal, e porque achava que devia fazer uma pausa, ainda não tinha sido criado na instituição uma nova valência para crianças e adolescentes considerados, grupos de risco, ou seja, crianças de rua, abandonados pela família e a caminho da delinquência.
Essa valência foi criada há cerca de dois anos, sempre que posso procuro inteirar-me de como correm as coisas na associação e de uma forma particular este grupo de jovens (cerca de doze).
Aquilo que me dizem é que são crianças e jovens com quem é difícil de lidar, dado que destroem tudo o que lhes é posto á disposição, desde computadores até às próprias instalações que utilizam, passando pelas viaturas que todos os dias são por eles utilizadas para os levarem aos diversos estabelecimentos de ensino que frequentam.
Ainda assim, é grande a satisfação com que vemos encaminhados cerca de 50%,vivem hoje uma vida normal, uns continuando a estudar, outros a trabalhar.
Isto dá-me uma grande alegria porque são menos jovens que andam na rua e no submundo da vida. São pessoas que tem uma vida estável em todos os aspectos.
Começo a ter saudades de voltar á instituição ou fazer voluntariado e voltar a dar mais um pouco de mim a quem precisa mais do que eu.
Como há alguns meses atrás referi num texto que escrevi e publiquei aqui, fiz parte durante nove anos da direcção duma instituição particular de solidariedade social. Foram dos melhores anos da minha vida, porque tive a oportunidade de dar algo de mim a quem tanto precisava.
Na altura em que saí, por razões de ordem pessoal, e porque achava que devia fazer uma pausa, ainda não tinha sido criado na instituição uma nova valência para crianças e adolescentes considerados, grupos de risco, ou seja, crianças de rua, abandonados pela família e a caminho da delinquência.
Essa valência foi criada há cerca de dois anos, sempre que posso procuro inteirar-me de como correm as coisas na associação e de uma forma particular este grupo de jovens (cerca de doze).
Aquilo que me dizem é que são crianças e jovens com quem é difícil de lidar, dado que destroem tudo o que lhes é posto á disposição, desde computadores até às próprias instalações que utilizam, passando pelas viaturas que todos os dias são por eles utilizadas para os levarem aos diversos estabelecimentos de ensino que frequentam.
Ainda assim, é grande a satisfação com que vemos encaminhados cerca de 50%,vivem hoje uma vida normal, uns continuando a estudar, outros a trabalhar.
Isto dá-me uma grande alegria porque são menos jovens que andam na rua e no submundo da vida. São pessoas que tem uma vida estável em todos os aspectos.
Começo a ter saudades de voltar á instituição ou fazer voluntariado e voltar a dar mais um pouco de mim a quem precisa mais do que eu.
Imagem de longtakk.blogs.sapo.pt
JC
