
IMAGEM retirada da net
SER MÃE
Hoje apetece-me contar-vos uma pequena história - “Ser Mãe”
Conheço um casal que queria ter filhos. Como tantos outros, esperou consolidar a carreira profissional de cada um deles e, então, decidiram ter o filho que tanto desejavam. Um belo dia, há relativamente pouco tempo, o rebento nasceu, para felicidade de toda a família.
A mãe, como qualquer mãe que se presa requereu o tempo de maternidade a que tinha direito e, como sabem, podem ser ou três ou quatro meses, conforme a mãe assim o desejar. Qual foi o meu espanto quando esta mãe requer penas o tempo mínimo, ou sejam seis semanas para cuidar de um rebento… os rebentos precisam de mais tudo o que se lhes dá é sempre pouco…
Passadas as seis semanas a mãe, politica de profissão, vai “ trabalhar”. Mas ainda mais espantado fiquei quando esta mãe leva o filho no ovo para o “trabalho”. Ou “trabalha”, ou toma conta do filho. As duas coisas é que não pode fazer, porque não consegue fazer bem nenhuma delas.
Sabem, eu sou daquelas pessoas que acho que caso a mãe assim o deseje deve ficar, mais que os quatro meses em casa, deve ficar antes quatro anos e o estado deveria remunerá-la por isso. É nesta idade que as crianças precisam mais dos pais, e, muito mais da mãe.
Eu pergunto, será que este casal estaria preparado para ter filhos? Penso que não. O que estavam preparados sim era para prosseguirem a carreira profissional de cada um, pois, há pouco esqueci de dizer o pai também é político de profissão, e chegarem ao topo daquilo que ambicionam. Assim, o filho será sempre um “estorvo” na vida deles.
Quem não está preparado para ter filhos, ou queira colocar a carreira para o resto da vida à frente de uma família, acho que tem todo o direito de o fazer, não deve é pôr no mundo seres que precisam de tanta atenção e depois não têm quem lha possa dar.
Deixo esta pequena história à vossa reflexão.
JC
Hoje apetece-me contar-vos uma pequena história - “Ser Mãe”
Conheço um casal que queria ter filhos. Como tantos outros, esperou consolidar a carreira profissional de cada um deles e, então, decidiram ter o filho que tanto desejavam. Um belo dia, há relativamente pouco tempo, o rebento nasceu, para felicidade de toda a família.
A mãe, como qualquer mãe que se presa requereu o tempo de maternidade a que tinha direito e, como sabem, podem ser ou três ou quatro meses, conforme a mãe assim o desejar. Qual foi o meu espanto quando esta mãe requer penas o tempo mínimo, ou sejam seis semanas para cuidar de um rebento… os rebentos precisam de mais tudo o que se lhes dá é sempre pouco…
Passadas as seis semanas a mãe, politica de profissão, vai “ trabalhar”. Mas ainda mais espantado fiquei quando esta mãe leva o filho no ovo para o “trabalho”. Ou “trabalha”, ou toma conta do filho. As duas coisas é que não pode fazer, porque não consegue fazer bem nenhuma delas.
Sabem, eu sou daquelas pessoas que acho que caso a mãe assim o deseje deve ficar, mais que os quatro meses em casa, deve ficar antes quatro anos e o estado deveria remunerá-la por isso. É nesta idade que as crianças precisam mais dos pais, e, muito mais da mãe.
Eu pergunto, será que este casal estaria preparado para ter filhos? Penso que não. O que estavam preparados sim era para prosseguirem a carreira profissional de cada um, pois, há pouco esqueci de dizer o pai também é político de profissão, e chegarem ao topo daquilo que ambicionam. Assim, o filho será sempre um “estorvo” na vida deles.
Quem não está preparado para ter filhos, ou queira colocar a carreira para o resto da vida à frente de uma família, acho que tem todo o direito de o fazer, não deve é pôr no mundo seres que precisam de tanta atenção e depois não têm quem lha possa dar.
Deixo esta pequena história à vossa reflexão.
JC