
DESEMPREGO
Ontem quando viajava na minha viatura, escutei num noticiário que mais uma empresa no Vale do Ave tinha encerrado e, como consequência, iriam ser despedidos cerca de 220 trabalhadores.
No mesmo noticiário é referido logo de imediato à notícia anterior que a Efacec ganhou o maior concurso de sempre e que iria liderar um consócio a nível internacional para a execução deste projecto.
Eu pergunto-me o porquê destas duas notícias consecutivas. Será que com a última se resolvem os problemas da anterior? Claro que não! O que vai ser feito destes 220 trabalhadores que vieram para a rua e das suas famílias?
Tantas vezes este drama tem acontecido ultimamente!... E o que tem feito o nosso governo para resolver estas situações? Nada ou quase nada.
No mesmo noticiário é referido logo de imediato à notícia anterior que a Efacec ganhou o maior concurso de sempre e que iria liderar um consócio a nível internacional para a execução deste projecto.
Eu pergunto-me o porquê destas duas notícias consecutivas. Será que com a última se resolvem os problemas da anterior? Claro que não! O que vai ser feito destes 220 trabalhadores que vieram para a rua e das suas famílias?
Tantas vezes este drama tem acontecido ultimamente!... E o que tem feito o nosso governo para resolver estas situações? Nada ou quase nada.
JCSilvano
Imagem de http://www.jornalmudardevida.net/wp
Vem dizer e vangloriar-se que a segurança social tem apresentado nestes dois últimos anos valores positivos. Então se apresenta valores positivos porque não os põe ao serviço dos mais desfavorecidos, incentivando-os a terem as suas pequenas empresas, ou então subsidiar as empresas para que possam absorver senão todos muitos destes desempregados?
A taxa de desemprego em Portugal nunca atingiu valores tão elevados como os actuais é preciso que se faça alguma coisa para resolver situações desta natureza. E, também não é através do rendimento social único, que vamos resolver este flagelo.
Os nossos governantes não podem olhar apenas para os números que a União Europeia nos impõe, mas antes devem preocupar-se com este problema grave que nos está a flagelar e que está a fazer com que tantas famílias comecem a passar fome e a entregar as suas casas aos bancos porque não conseguem fazer face a tantos encargos.
